clipe ininterrupto no Minhocão com bike

Por dentro de São Paulo (1) - Clipe ininterrupto no Minhocão com minha Bike.wmv
do canal sfsilvio, no YouTube

Clipe ininterrupto do final do Elevado Costa e Silva (o popular minhocão), até seu início na rua da Consolação, filmado com uma câmera acoplada a minha bicicleta. Neste clipe indiquei alguns pontos do entorno do Elevado e no final tem umas imagens de alguns destes pontos. Contém música de acompanhamento.

art déco no Minhocão

Prédios art déco perto do Minhocão devem ser tombados
Conpresp abriu processo e avaliará a importância histórica de 18 imóveis; um deles leva assinatura do arquiteto Rino Levi

de O Estado de S.Paulo, por Rodrigo Brancatelli, 02/03/2011

Paulo Pinto/AE
Importância. Edifícios simbolizam
verticalização da área
O Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) abriu ontem o processo de tombamento de 18 prédios nas imediações do Elevado Costa e Silva, o Minhocão, perto da Praça Marechal Deodoro, no centro da capital. Segundo o órgão, os endereços são considerados um relevante mostruário do estilo art déco remanescente dos anos 1930.

Entre os prédios que tiveram abertura de tombamento está o Edifício Tupã, de autoria do consagrado arquiteto russo Samuel Roder, e o Edifício Porchat, de Rino Levi. Hoje, estão em uma região degradada, em boa parte pela presença do Minhocão.

Os edifícios também são importantes para a história de São Paulo, pois simbolizam o início do processo de verticalização da região - quando foram construídos, já eram mais altos do que os imóveis que existiam no local, resultado da difusão do uso do concreto armado e dos primeiros elevadores.

A abertura do processo significa que o Conpresp admitiu a possibilidade de os prédios terem valor histórico e cultural e, por isso, precisam de tempo para analisá-lo. Até a decisão definitiva sair, nenhuma modificação pode ser feita nos endereços. Não há prazo para a análise ser concluída.

Estilo. O art déco é um estilo surgido entre os anos 20 e 30, auge do modernismo e da arte dos manifestos.

Era uma expressão da época da máquina e do automóvel, que eclodia no início do século passado, e foi adotada em cidades americanas como Miami, São Francisco, Chicago e Nova York - foi símbolo de uma época de glamour em Hollywood e da era dos musicais, sendo usado na construção de auditórios, teatros e estações de rádio. Em São Paulo, a Biblioteca Mário de Andrade e o Estádio do Pacaembu são os mais conhecidos exemplos desse estilo arquitetônico, que moldou parte da cidade até os anos 1940.

processo de tombamento na região da Pça. Mal. Deodoro

Conpresp abre processo de tombamento de 18 imóveis na região da Praça Marechal Deodoro
Valor paisagístico e ambiental foi relevante para a decisão estabelecida em reunião ordinária

de Conpresp, em 03/03/2011

Em sua reunião ordinária de nº 502, realizada em 1º de março de 2011, o Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo) abriu processo de tombamento de 18 imóveis nas imediações da Praça Marechal Deodoro. O conjunto de edifícios Art Déco foi considerado um relevante mostruário desta linguagem estilística na cidade de São Paulo remanescente dos anos 30 do século passado.

O Conpresp considerou o valor paisagístico e ambiental resultante da implantação de vários andares ao longo do eixo das avenidas São João e General Olímpio da Silveira, contemporâneos à abertura da praça Marechal Deodoro, pontuando o início do processo de verticalização da região.

Também se destacam os portes dos edifícios, que apresentam mais andares numa cidade que começou a se verticalizar a partir da difusão do uso estrutural do concreto armado e dos primeiros elevadores.

Entre os imóveis que tiveram abertura de tombamento está o Edifício Tupã, de autoria do arquiteto Samuel M. Roder e o Edifício Porchat, de Rino Levi.

A abertura do processo de tombamento é um expediente que protege o imóvel enquanto o Departamento do Patrimônio Histórico realiza estudos aprofundados que servirão para futura deliberação do Conpresp sobre o tombamento definitivo destes bens.

Os imóveis que tiveram o processo de tombamento aberto são:

1. Av. Angélica, 311 com a Praça Marechal Deodoro, 43
2. Av. São João, 2035 a 2043 com Alameda Nothmann, 1218 a 1220
3. Av. São João, 2073 a 2079
4. Av. São João, 2115 com a Rua Apa, 271 a 281
5. Av. São João, 2085 a 2091
6. Av. São João, 2097 a 2103
7. Av. São João, 2026 a 2034 (Edifício Amadeu Luiz Bertai)
8. Av. São João, 1953 a 1959 (Edifício Igarahy)
9. R. das Palmeiras, 336 a 350 (Edifício Lunice)
10. Al. Nothmann, 1143 com Av. São João, 1970 a 1982 (Edifício Barão de Morenos)
11. Rua General Júlio Marcondes Salgado, 123 a 147 com Al. Nothmann, 1127 a 1135 (Edifício Santa Bertolina)
12. Praça Marechal Deodoro, 386 a 388 (Edifício Nossa Senhora Aparecida)
13. Av. Angélica, 184 com Praça Marechal Deodoro, 130 a 134
14. Al. Barros, 650 (Edifício Maria Teresa)
15. R. Rosa e Silva, 121
16. Av. Angélica, 288 com Praça Marechal Deodoro, 101
17. Praça Marechal Deodoro, 109 a 113
18. Praça Marechal Deodoro, 171 a 191 com Rua São Vicente de Paula. (Edifício Tupã)

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riqueza de Campos Elíseos

Riqueza histórica de Campos Elíseos

do diário de São Paulo, por Andrea Matarazzo, em 01/07/2011

Rio Branco e aproveitei para ir caminhar pelo bairro. Campos Elíseos foi o primeiro bairro planejado de São Paulo, projetado pelos alemães Frederico Glette e Victor Nothmann, que dão nome a duas ruas. Também foi a primeira área considerada nobre, porque foi onde os fazendeiros do café foram morar no fim do século 19, aproveitando a proximidade com a estação de trem Sorocabana ? atual Júlio Prestes.

O período do auge do café ainda está presente no bairro, nos casarões construídos na época. Passei na Rua Guaianases, onde ficam as casas de Dino Bueno, recém-restauradas e diferentes apenas pelo tamanho - a casa onde morou o pai é maior que a do filho. Outro prédio belíssimo é o do centenário Liceu Coração de Jesus, na Alameda Dino Bueno, de 1885. O Palácio de Campos Elíseos mostra a importância da região na época. Antiga residência de Elias Antônio Pacheco e Chaves, foi sede do governo do estado de 1915 a 1965, quando passou por um incêndio e o Palácio dos Bandeirantes assumiu seu lugar. Só agora, o Palácio finalizou o restauro da parte externa, que vi de perto.

Outro local já restaurado é o Palacete da Família Santos Dummont, que foi ocupado por parentes do pai da aviação. Depois de um período abandonado, hoje abriga o Museu de Energia de São Paulo.

O bairro ganhou construções históricas com a aristocracia cafeeira, mas sofreu com a decadência do café. Casarões foram demolidos, outros viraram cortiços, hotéis e comércios, sem a preservação da história ali presente. Felizmente, com a reforma da estação Júlio Prestes e a inauguração da Sala São Paulo, em 1999, o bairro ganhou novo incentivo. Com ótima infra-estrutura e bem localizado, Campos Elíseos precisa avançar com a revitalização para voltar a ser um dos mais bonitos e importantes bairros de São Paulo.

Andrea Matarazzo é secretário estadual de Cultura de São Paulo. E-mail: amatarazzo@sp.gov.br

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deputados federais vem conhecer a cracolândia

Grupo de deputados federais vem a São Paulo conhecer a cracolândia

Primeiro os deputados viram flagrantes de tráfico em vídeo e depois foram ao local de ônibus. O departamento de polícia responsável pela área propôs ao grupo criar uma lei de internação compulsória aos usuários reincidentes de droga.




>> do sptv 2° edição, em 19/05/2011

aumenta população no centro de São Paulo

Depois de 30 anos, aumenta população no centro de SP

de AE - Agência Estado, em 28/04/2011

A população do centro de São Paulo voltou a crescer. A região terminou o ano passado com 411 mil habitantes, 12 mil a mais em relação ao verificado em 2000, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Habitação. O resultado significa o fim da fuga de moradores da área, constatada nas últimas décadas.

"O número não é tão alto, mas é uma reversão satisfatória", afirmou o secretário de Habitação, Ricardo Pereira Leite. O estudo abrange as moradias em Bela Vista, Bom Retiro, Brás, Cambuci, Consolação, Liberdade, República, Santa Cecília e Sé. Esses bairros vinham perdendo moradores desde o século passado.

"Primeiramente, houve uma saída de população de alta renda por volta da década de 50. E, depois, houve investimentos desastrosos do poder público, como a construção do Minhocão, na década de 70, que desvalorizou imóveis", diz o professor Eduardo Nobre, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP).

O processo de degradação aprofundou-se e, em 1991, o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou queda de 14% no número de moradores nesses locais, em comparação com o registrado em 1980. De 1991 para 2000, o saldo de habitantes tornou a cair: 23%.

Neste ano, estatísticos da Companhia de Habitação de São Paulo (Cohab-SP) constataram a retomada do crescimento populacional ao analisar dados preliminares do último Censo divulgados pelo IBGE no ano passado. A reocupação da área central resulta de um conjunto de fatores, na avaliação do secretário de Habitação. Um deles seria o baixo preço de imóveis. "Quando houve a degradação, os imóveis perderam valor e passaram a ser mais atraentes", observou Leite. As informações são do Jornal da Tarde.

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